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| Arquivado em
Bahia no dia
09 de Março de 2010 |
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| Falta de ações do governo frustra população do Oeste |
| A constatação é do presidente estadual do Democratas, o ex-governador Paulo Souto, que, no último final de semana, esteve visitando Barreiras, São Desidério, Brejolândia, Correntina e Baianópolis, onde manteve uma série de encontros com lideranças locais. |
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A falta de ações do atual governo no Oeste baiano está frustrando a população da região, que manifesta sentimento de abandono. A constatação é do presidente estadual do Democratas, o ex-governador Paulo Souto, que, no último final de semana, esteve visitando Barreiras, São Desidério, Brejolândia, Correntina e Baianópolis, onde manteve uma série de encontros com lideranças locais.
Para Souto, é preciso aproximar mais o governo das regiões de divisa do estado. “É possível criar algum tipo de estrutura governamental administrativa, descentralizada e enxuta que aproxime mais as lideranças políticas, empresariais e de trabalhadores das populações das regiões de divisa de nosso estado”, afirmou em comentário, na Rádio Metropóle, na manhã desta terça-feira (09/03).
A distância desses territórios baianos da capital dificulta o acesso ao governo do estado. Mas, segundo o ex-governador, regiões de divisa, como o Oeste, precisam de uma atenção especial. “O Oeste, por exemplo, além do peso que tem hoje no agronegócio nacional, com a produção de grãos, continua sendo uma grande fronteira agrícola, com forte possibilidade de expansão tanto ao norte quanto ao sul da região de Barreiras”.
Souto observou que as regiões de divisa da Bahia exercem grande atração sobre os estados vizinhos. “No Oeste, Goiás e Tocatins, e, no Extremo Sul, Minas Gerais e Espírito Santo, desenvolvem políticas para atrair os resultados econômicos dessas áreas baianas”, assinalou.
O presidente estadual do Democratas, no entanto, entende que é preciso urgentemente melhorar os serviços públicos nessas regiões. “No Oeste, por exemplo, os índices de violência são crescentes, mas a Companhia Especial do Cerrado perdeu muito de sua capacidade operacional no atual governo”, disse.
Nos encontros mantidos na região Oeste, Souto recebeu também denúncias de que as escolas da rede estadual de ensino estão sem aulas, por falta de professores. “Pude conferir ainda que a infra-estrutura, principalmente com relação às estradas, continua precária”.
Outro fato lamentável que constatou o ex-governador foi que o sistema de abastecimento de água tratada para as cidades de Baianópolis e Catolândia ainda não foi concluído, embora tivesse sido iniciado em 2006, durante o seu governo. Souto, no entanto, destacou a satisfação da população com a construção do Hospital do Oeste, que é uma referência na região, atraindo até pacientes de outros estados”.
DATA: 09/03/20101
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| Fonte: ASCOM: 71 3113 2208 |
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